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A nova (des)ordem mundial, segundo Putin

Em sua tentativa de explicar a invasão da Ucrânia no contexto da reconfiguração do tabuleiro geopolítico global, Vladimir Putin nos conta uma contra-narrativa e nos desenha um mapa alternativo do mundo para o qual estamos nos dirigindo.

Os mapas do general Milley

As visões imperiais das grandes potências que assumem o controle sobre suas “áreas de influência” como sua própria responsabilidade ainda são válidas. A Rússia o fez com a Crimea, a China o faz com Taiwan e os EUA continuam a fazê-lo com seu “quintal”.

China na América Latina: o Partido e os partidos

A projeção da China como potência mundial na região não é apenas econômica e geopolítica. Também está começando a ser assim na dimensão política e ideológica, em termos do que é conhecido como “soft power” e as batalhas pela hegemonia cultural.

“Fique fora dos meus assuntos…”

Quando o princípio da “não-intervenção” é usado para evitar compromissos regionais, hemisféricos e internacionais na área dos direitos humanos e da defesa da democracia, não são as sociedades que estão sendo protegidas, mas os regimes e governantes que as estão prejudicando.

A Argentina e o amado Nayib Bukele

Quando governantes, ex-governantes e líderes propõem outros “atalhos” em nome do povo, opondo-se à democracia à república, só podemos desconfiar e advertir para onde eles nos levam.

A quarta década de um Mercosul quebrado

A cruz de idéias entre Fernández e Lacalle Pou (“libertar-se do espartilho” versus “sair do barco”), menor e anedótica, será no entanto registrada como um episódio que reflete as diferenças existentes e suas implicações: uma eventual bifurcação no caminho entre os países do Cone Sul.

Maradona, o gladiador argentino

Maradona pôde descansar na intimidade de sua família enquanto a Argentina o lamentou. Mas ele não podia fazer um funeral em massa em paz. Tudo acabou manchado por motins que devolveram aquela outra imagem da qual Maradona era a imagem e vítima: talento individual excepcional e uma incompreensível desordem coletiva.

Peru: a hora de Dom Quixote

A crise política no país andino mostra que não há mais “salvadores da pátria” que sobem ao poder através de golpes de Estado. O Peru está sendo resgatado da literatura, da cultura e do punhado de políticos não sobrecarregados. Parece que eles encontraram a figura certa, um presidente interino a quem chamam de “Dom Quixote”.

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