Bolívia presa em um círculo vicioso

A instrumentalização política do poder judiciário tem sido uma prática recorrente de todos os governos da Bolívia. O país tem estado preso em um círculo vicioso e hoje, com o governo Arce, muitos desconfiam da promessa de “uma nova era”. Após quatro meses no poder, suas ações contradizem o discurso.

Novo governo do MAS: os cem primeiros dias

Os primeiros cem dias de Luis Arce foram marcados por mobilizações de vários sindicatos. O descontentamento social com determinadas medidas governamentais, no meio da pandemia e de um processo pré-eleitoral subnacional, continua gerando graves consequências econômicas e sanitárias.

O século do populismo

O populismo é um fenômeno sócio-político global e seu caráter emocional e debilitante da democracia liberal é uma de suas marcas registradas. O século 21 será marcado pela constante ascensão de governos populistas ou eles terão algum tipo de limite?

Partidos políticos: entre o amor e o ódio

Os partidos políticos são necessários para o funcionamento do sistema democrático mas, ao mesmo tempo, podem causar antipatia na cidadania. Na América Latina, a confiança neles é de apenas 13%, o que mostra que eles não expressam mais a vontade coletiva.

Século 21: Polarização na América

Co-autora Ana Carola Traverso-Krejcarek
A pandemia virou o mundo de cabeça para baixo, abalou as instituições, gerou novos conflitos sociais e aprofundou os existentes. Vários sistemas políticos foram afetados pela polarização ideológica, o surgimento e o fortalecimento de extremos.

O retorno do MAS (e Evo Morales)

O curto verão do bloco anti-MAS na Bolívia durou quase um ano, já que o novo presidente eleito, Luis Arce Catacora (MAS), terá que prestar juramento nos próximos meses. O possível retorno de Evo Morales gera alegria para alguns e desconforto para outros, mas o triunfo de seu candidato é uma prova de seu sentido política.

Bolívia: sem bússola para navegar e seus demônios à espreita

“Este Comitê não descansará até ver atrás das grades estas bestas humanas (índios-ocidente) indignas de serem chamadas de cidadãos; colonos que mordem a mão desta terra (oriente) que lhes abre os braços para sair da pobreza, e eles pagarão por esta afronta”, Rómulo Calvo, presidente do comitê cívico pró-Santa Cruz.

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