Jeanine Áñez: vítima ou culpada?

A dupla condição de vítima e culpada de Jeanine Áñez responde a diferentes certezas, critérios, ideologias e premissas. Não há uma verdade única. Para alguns, Áñez é um símbolo de democracia e resistência, para outros, de golpe de estado e morte.

A Bolívia e a sua política de facções

Na Bolívia, a política não é apresentada da maneira clássica como um confronto entre o partido no poder e a oposição, mas sim como uma disputa entre facções dentro do próprio partido MAS no poder.

Luis Arce: retroceder para governar

Em 2008, o famoso cientista político americano Joel S. Migdal fez uma declaração profética: “à medida que o século 21 se desenrola, o Estado continuará no centro das atenções, mas o Estado terá cada vez mais dificuldade em atingir a conformidade e a obediência”.

Bolívia e seus eternos conflitos sociais

No início de novembro, várias organizações sociais iniciaram uma greve no departamento de Santa Cruz em rejeição a uma lei que visava aumentar o centralismo político. Este conflito é o resultado das dificuldades do governo em gerar consenso em uma sociedade marcada por fraturas históricas.

Bolívia. Luis Arce: o evismo sem Evo

Arce, como Evo, tem um discurso agressivo com a oposição. Seu perfil como economista e professor universitário, sua imagem como ministro da economia de Evo, foi ofuscada pelo aparecimento desta outra versão.

A radicalidade discursiva de Evo Morales

Evo Morales é um animal político. Seu discurso radical o mantém relevante na esfera pública nacional, enquanto na esfera internacional seus vínculos e o reconhecimento de algumas de suas políticas lhe permitem manter sua influência política.

Bolívia presa em um círculo vicioso

A instrumentalização política do poder judiciário tem sido uma prática recorrente de todos os governos da Bolívia. O país tem estado preso em um círculo vicioso e hoje, com o governo Arce, muitos desconfiam da promessa de “uma nova era”. Após quatro meses no poder, suas ações contradizem o discurso.

Quem derrotou o masismo na Bolívia?

Os resultados eleitorais do último domingo representam, acima de tudo, uma redistribuição do poder político que o MAS havia recuperado nas últimas eleições gerais de novembro, e resultaram em uma inegável e importante perda eleitoral para o partido governista.

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