Enquanto as remessas batem recordes e aliviam a situação econômica de muitos países da região, milhões de famílias latino-americanas se reorganizam em torno de uma ausência que deixa marcas sociais, educacionais e emocionais.
O avanço das novas direitas na América Latina não se explica apenas por ciclos ideológicos, mas também pela sua capacidade de transformar o profundo mal-estar social e a anomia em projetos políticos.
Em sua fase decisiva, o acordo entre o Mercosul e a UE surge como uma oportunidade histórica para melhorar a competitividade, modernizar instituições e reposicionar geopoliticamente o bloco sul-americano.