Apesar de sua profunda crise econômica, Cuba mantém uma influência internacional superior ao seu peso real, graças a uma ampla rede de governos, partidos, sindicatos e organizações sociais que apoiam o regime.
Washington volta a apostar em uma estratégia que já fracassou há mais de seis décadas: usar sanções econômicas para forçar uma mudança política em Cuba. Mas, ao tentar isolar o regime, também dificulta as reformas e empurra Havana para a China.
O Brasil transformou a lusofonia em uma plataforma geopolítica para projetar influência na África e estabelecer uma agenda de cooperação transregional com a Europa.
Longe de desaparecer, os mecanismos de integração da região buscam se adaptar à fragmentação política por meio de fórmulas mais flexíveis que preservem espaços mínimos de cooperação e governança.