Nutricionista e Dietista pela Universidade de Azuay (Equador). Mestrado em Epidemiologia pela Universidade Autônoma de Madri e em Agroindústria com especialização em Qualidade e Segurança Alimentar pela Universidade das Américas (Equador).
Um novo relatório alerta que nossa forma de produzir e consumir alimentos já ultrapassou os limites do planeta e que somente uma profunda transformação alimentar poderá impedir que alimentar o mundo continue sendo uma ameaça à sua sobrevivência.
A inflação dos alimentos, agravada por crises globais e fenômenos climáticos, ameaça a saúde pública na América Latina, pois encarece as dietas saudáveis e agrava a má-nutrição e as desigualdades.
Há uma diferença de 33 anos na expectativa de vida entre o país com vida mais longa e o mais vulnerável. Isso não se deve ao fato de o primeiro ter hospitais mais modernos, mas sim ao fato de ter sociedades mais justas.