Doutora em Estado de Direito e Governança Global pela Univ. de Salamanca e em Ciências Jurídicas pela Pontificia Univ. Javeriana (Colombia). Membro do Centro de Direito Internacional e Justiça da Universidade de Estocolmo.
Entre a promessa de democratizar a justiça e o risco de submetê-la ao poder político, as eleições judiciais na Bolívia e no México reabrem uma questão fundamental.
No sistema judiciário boliviano, há muitas nomeações interinas, incerteza na nomeação de altos magistrados, nomeações questionáveis de juízes e promotores e deficiências no sistema penal.