O auge da inteligência artificial acarreta altos custos ambientais e sociais que, segundo seus críticos, ameaçam recursos comuns essenciais e agravam a concentração de poder.
O Brasil aposta na IA como eixo da soberania e da diplomacia tecnológica, enquanto a Colômbia e a Bolívia enfrentam o desafio de transformar a regulamentação em capacidades reais.
Na era das imagens sintéticas, a inteligência artificial dilui a fronteira entre ver e acreditar, corroendo a verdade compartilhada e a confiança democrática.
A combinação de inteligência artificial e dados de satélite abre um enorme potencial para resolver problemas urgentes na América Latina, mas também expõe a dependência e os desafios tecnológicos que a região enfrenta.