Com maioria legislativa e um processo de consulta em andamento, o governo de Claudia Sheinbaum promove uma nova reforma eleitoral que reabre o debate sobre seus verdadeiros objetivos e seus efeitos na competição e na pluralidade política no México.
Na última semana de novembro, milhares de caminhoneiros e produtores agrícolas abandonaram suas comunidades, terras, plantações, escritórios e armazéns para exigir maior segurança nas...
A exigência de perdão à Espanha reacende tensões na diplomacia mexicana, enquanto a violência interna e a narcopolítica questionam a coerência e o rumo da política externa do país.
A violência no México assume quatro faces territoriais distintas, revelando um país onde o Estado coexiste, compete ou desaparece diante do crime organizado.
A polarização afetiva, já enraizada no México e na região, está a corroer as instituições e a transformar o dissenso democrático num conflito emocional que dificulta o diálogo e a convivência cívica.
A soberania mexicana hoje não é exercida a partir do Palácio Nacional, mas disputada em um campo de sombras entre o Estado, o crime organizado e os Estados Unidos.