Na América Latina, a corrupção não é uma anomalia do sistema democrático, mas uma engrenagem estrutural que o enfraquece, alimenta o populismo e reproduz a desigualdade.
Ao longo dos anos, o crime organizado tem demonstrado uma assombrosa capacidade de adaptação e evolução. Agora, a chamada “quinta onda” ameaça levá-lo a um nível ainda mais sofisticado, influente e global.