O Congresso peruano transformou o caos político em uma estratégia para concentrar o poder e avançar em direção a um autoritarismo construído a partir do próprio Parlamento.
No contexto do dia 8 de março, decisões políticas recentes e sentenças judiciais reacenderam o debate sobre a proteção efetiva da autonomia e da dignidade das meninas e mulheres no país.
O Peru não é um país polarizado em termos estruturais, mas sim uma democracia fragmentada e volátil, onde abundam os vetos e faltam projetos capazes de ordenar a competição política.
A mineração ilegal irrompe nas eleições peruanas de 2026 como um ator político capaz de influenciar candidaturas, leis e partidos em um país onde o ouro pesa tanto quanto os votos.
A mineração ilegal, convertida em um poder econômico e político paralelo, avança no Peru com dinheiro, violência e influência, ameaçando decidir nas sombras as eleições presidenciais de 2026.