Reduzir a boa governança à segurança — seja nacional ou “humana” — é uma falácia que esconde a fraqueza do Estado e legitima a militarização em vez de fortalecer a democracia.
A retirada dos Estados Unidos do multilateralismo acelera a fragmentação do sistema interamericano e abre um cenário “pós-americano” no qual a China avança sobre uma governança regional enfraquecida.
A nova estratégia de Trump implementa uma política de força que reconfigura a segurança regional e redefine a relação de Washington com a América Latina.
A exigência de perdão à Espanha reacende tensões na diplomacia mexicana, enquanto a violência interna e a narcopolítica questionam a coerência e o rumo da política externa do país.
Com recursos limitados, mas com objetivos claros, Moscou fez de Nicarágua seu enclave militar na América Central, buscando projetar uma influência simbólica e desafiando a ordem liderada pelos EUA.