A reativação do petróleo venezuelano abre uma oportunidade para a América Latina capturar valor não apenas na extração, mas também na indústria, nos serviços e nas finanças.
Uma eventual transição democrática na Venezuela exige mais do que eleições: requer a reconstrução das regras, das instituições e das garantias do sistema eleitoral.
Após a queda de Maduro, a grande questão não é apenas quando os venezuelanos retornarão, mas se realmente existe um caminho de retorno possível após anos de enraizamento.
Ao ceder a medalha do Nobel a Trump, Machado quis acelerar a transição, mas acabou expondo seu maior dilema: influência internacional sem poder efetivo.
A captura de Maduro não deu início a uma transição democrática na Venezuela, mas sim a um precedente preocupante: o de uma soberania intervinda sem consentimento nem legalidade internacional.
A prisão de Cilia Flores junto com Nicolás Maduro reacende o debate sobre o poder real das primeiras-damas na América Latina e expõe como uma função sem controles formais pode se tornar um ator político fundamental dentro de regimes autoritários.