Tag: Debates
A captura de Maduro não deu início a uma transição democrática na Venezuela, mas sim a um precedente preocupante: o de uma soberania intervinda sem consentimento nem legalidade internacional.
Em 2026, a Guatemala não elegerá presidente, mas sim aqueles que terão em suas mãos as regras, os árbitros e os limites da democracia.
O México reduziu a pobreza sem crescer de forma extraordinária: fez isso desafiando a ideia de que o mercado, por si só, garante o progresso social.
O colapso democrático da Nicarágua criou as condições ideais para a China consolidar um modelo de cooperação baseado no controle político, na dependência comercial e na extração de recursos.
Com um nível recorde de violência, um governo enfraquecido e um cenário eleitoral em formação, o Equador caminha para 2026 em meio a tensões políticas, fragilidade institucional e demandas sociais insatisfeitas.
O silêncio de Kast sobre questões de gênero não implica neutralidade, mas um risco concreto de desmantelamento gradual dos direitos conquistados pelas mulheres e dissidentes no Chile.
A intervenção dos Estados Unidos na Venezuela reativou na América Latina e na Europa uma política externa marcada pelo realismo periférico: cautela, adaptação ao poder e defesa retórica de princípios sem confronto direto.
A Costa Rica enfrenta eleições marcadas pela incerteza e pelo aumento do personalismo político, colocando à prova uma das democracias mais estáveis da América Latina diante de um cenário de volatilidade sem precedentes.
Com um crescimento econômico anêmico, uma dívida crescente e pressões internas e externas, o México enfrenta em 2026 o desafio de administrar a escassez sem prejudicar seu frágil equilíbrio político e institucional.
A prisão de Cilia Flores junto com Nicolás Maduro reacende o debate sobre o poder real das primeiras-damas na América Latina e expõe como uma função sem controles formais pode se tornar um ator político fundamental dentro de regimes autoritários.
















