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O julgamento histórico contra Jair Bolsonaro marca um antes e um depois na relação do Brasil com a democracia e o papel das suas Forças Armadas.
O Brasil consolida-se como ator -chave e alcança acordos para promover uma agenda multilateral centrada na cooperação, na redução das desigualdades e na governança global.
O ataque naval dos EUA contra a Venezuela marca não só uma escalada militar na região, mas também o desmantelamento da ordem internacional liberal e o retorno à coerção unilateral de Washington.
O desafio eleitoral no Brasil será definido pela tensão entre o descontentamento social e a capacidade do presidente de converter o confronto internacional em capital político interno.
Os manguezais, guardiões do carbono azul, são uma oportunidade fundamental e ainda inexplorada para a América Latina e o Caribe elevarem a ambição de seus compromissos climáticos rumo à COP30.
A redução da jornada de trabalho só será transformadora se for acompanhada de políticas que redistribuam de forma justa o trabalho de cuidados.
Contra todas as previsões, Rodrigo Paz e o ex-capitão Edmand Lara entraram na política boliviana e desbancaram os favoritos das pesquisas no primeiro turno.
A economia gig na América Latina oferece flexibilidade e oportunidades para quem fica de fora do emprego formal, mas, ao mesmo tempo, aprofunda a precariedade laboral e as desigualdades na região.
O negacionismo instaurado por Bolsonaro transcendeu seu governo e hoje continua operando no Congresso, bloqueando avanços socioambientais e corroendo a confiança na democracia.
A erosão da confiança na democracia na América Latina abre caminho para líderes que prometem ordem em detrimento das liberdades.