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Em tempos de pesquisas adversas, questionar a soberania territorial de um país vizinho é o combustível perfeito para cuidar da estabilidade interna. Petro segue os passos de Maduro e Evo Morales.
A biomimética abre caminho para arquiteturas de IA mais eficientes e sustentáveis. A América Latina, com 60% da biodiversidade global, possui vantagens estratégicas para liderar essa transição, desde que fortaleça a infraestrutura, a regulamentação e a cooperação científica regional.
Em 2026, a ONU terá a oportunidade histórica de eleger pela primeira vez uma mulher como Secretária-Geral, rompendo com 80 anos de exclusão. A América Latina conta com líderes qualificadas que podem trazer legitimidade, igualdade e uma liderança transformadora.
Enquanto a democracia se deteriora, líderes carismáticos aproveitam o mal-estar social para consolidar um modelo híbrido: um capitalismo autoritário com rosto populista. De Trump a Bukele, passando por Milei e Noboa, surge uma geração que encarna uma época em que a estabilidade econômica pesa mais do que os valores democráticos.
Mais do que ecossistemas, os manguezais são um escudo vital para milhões de pessoas no Caribe: protegem comunidades, sustentam economias e guardam a chave da resiliência climática. Sua proteção emerge como prova crucial de vontade política e cooperação regional.
A região enfrenta uma encruzilhada: somente incorporando a resiliência ao desenvolvimento humano será possível proteger as conquistas alcançadas e avançar em meio à incerteza.
Enquanto Gustavo Petro busca se projetar como líder regional através da CELAC, a crescente crise de segurança e fragmentação política na Colômbia questionam sua capacidade de governar em casa.
A inflação dos alimentos, agravada por crises globais e fenômenos climáticos, ameaça a saúde pública na América Latina, pois encarece as dietas saudáveis e agrava a má-nutrição e as desigualdades.
Na América Latina, mais do que democracias fatigadas, vivemos o esgotamento dos cidadãos diante de regimes que, sob o disfarce eleitoral, pervertem os princípios democráticos.
Na política contemporânea, a qualidade individual dos que exercem a presidência parece ter cada vez menos peso, substituída pelo crescente poder dos assessores que moldam o rumo dos governos.
















