O aumento dos eventos climáticos extremos e a desigualdade ameaçam o acesso a uma alimentação saudável na América Latina, colocando em risco os avanços alcançados nas áreas de nutrição e saúde pública.
Longe de desaparecer, os mecanismos de integração da região buscam se adaptar à fragmentação política por meio de fórmulas mais flexíveis que preservem espaços mínimos de cooperação e governança.
A crescente preocupação com as mudanças climáticas coexiste com o cansaço e a desconfiança dos brasileiros em relação às respostas dos governos e das empresas diante da crise ambiental.
O auge da inteligência artificial acarreta altos custos ambientais e sociais que, segundo seus críticos, ameaçam recursos comuns essenciais e agravam a concentração de poder.
As discrepâncias nos números oficiais de deportações colocam em dúvida os recordes divulgados e sugerem que milhares de casos não constam nas estatísticas públicas.
O primeiro turno confirmou a polarização do país e deixou De la Espriella em vantagem rumo a um segundo turno, no qual os votos do centro serão decisivos.