A oclotirania descreve uma nova forma de autoritarismo que chega ao poder por meio das urnas e, a partir de dentro das instituições, corrói as regras e os freios e contrapesos democráticos.
No Brasil, as mulheres são maioria entre os eleitores, mas representam menos de 2% na Câmara e no Senado, o que evidencia a disparidade entre peso eleitoral e poder político.
A inteligência artificial está transformando as eleições na América Latina, desde as campanhas e a desinformação até a gestão eleitoral, obrigando as democracias a se adaptarem com urgência.
Três décadas e meia de regras comerciais compartilhadas não produziram uma trajetória comum de desenvolvimento: a lacuna entre os parceiros aumentou durante a década de 1990 e, trinta e cinco anos depois, continua a existir.
Nas eleições de 4 de outubro, mesmo uma eventual reeleição do atual presidente Lula não significaria um avanço avassalador da esquerda: o Congresso, os governadores e o Centrão manterão sua força e limitarão a margem de ação de qualquer governo.
Apesar da vocação democrática da América Latina, cresce a insatisfação dos cidadãos, que exigem instituições mais eficazes e pontes para impulsionar o desenvolvimento humano.