A identidade latino-americana continua marcada pelos vestígios do colonialismo, pela soberania e pelas disputas de poder que ainda moldam seu presente.
Mais do que celebrar o legado de 1776, as democracias da América enfrentam o desafio de demonstrar que ainda são capazes de oferecer resultados aos seus cidadãos.
A crescente concentração de poder em torno de Horacio Cartes reacende o debate sobre a independência das instituições paraguaias e a necessidade de renovar a liderança política.
Mais de oito milhões de venezuelanos no exterior reivindicam representação na Assembleia Nacional, uma meta que exigiria uma emenda constitucional e reformas eleitorais e institucionais.
A persistência dos linchamentos no México evidencia como a impunidade, a desconfiança nas instituições e a crescente tensão social alimentam a justiça por conta própria.