Meio século após o golpe, uma mobilização em massa em todo o país trouxe de volta ao centro das atenções a disputa pela memória histórica, em contraposição aos discursos oficiais que relativizam o terrorismo de Estado.
Com um mapa eleitoral disperso e sem um eixo político dominante, as eleições evidenciaram uma dinâmica mais fragmentada, territorializada e difícil de enquadrar nas leituras nacionais tradicionais.
A pressa em concretizar grandes obras sem controles rigorosos abre as portas para decisões onerosas que comprometem o desenvolvimento e a soberania a longo prazo.
Embora se observem avanços evidentes em diversos setores, ainda persistem lacunas estruturais e percepções divergentes que revelam tensões ainda não resolvidas.