As experiências latino-americanas sugerem que, sem uma justiça efetiva contra os abusos de poder, as transições democráticas ficam expostas a retrocessos e retornos autoritários.
Sem uma reconciliação entre a Venezuela interna e a externa, a divisão social continuará a limitar qualquer tentativa de reconstrução nacional sustentável.
A América Latina avança em várias frentes, mas a falta de articulação entre os avanços econômicos, sociais e institucionais impede que esses avanços se traduzam em bem-estar sustentável.
Sob o governo de Daniel Noboa, o Equador passa por uma transformação gradual que concentra o poder, enfraquece os freios e contrapesos e reconfigura as regras democráticas, levando a uma deriva com traços autoritários.