Os mapas não representam apenas o mundo: eles também refletem relações de poder, e hoje a América Latina volta a ser palco dessa disputa para traçar e definir o território.
O envelhecimento acelerado da América Latina exigirá que os cuidados se tornem uma prioridade social e econômica, com potencial para gerar milhões de empregos.
O Plano México visa atrair investimentos no setor de semicondutores, mas poderia reforçar a dependência da América Latina em relação aos EUA e seu papel como centro de montagem.
A Europa e a América Latina compartilham interesses estratégicos em um mundo incerto, mas o desafio é transformar essas convergências em uma aliança mais sólida.
A influência da China na América Latina vai além das matérias-primas: ela também se estende, de forma menos visível, às universidades e às bolsas de estudo.