Por trás das justificativas para as intervenções militares das grandes potências, costumam se esconder interesses econômicos e estratégicos, sendo o petróleo um dos principais motivadores.
Trump transformou os vistos em uma ferramenta de pressão diplomática para influenciar decisões e reforçar a influência dos Estados Unidos na América Latina.
As eleições no Brasil colocarão à prova a capacidade de uma democracia polarizada de preservar a integridade eleitoral e manter a confiança dos cidadãos em suas instituições.
A paridade legal não garante a igualdade política: sem sanções e mudanças na cultura do poder, as mulheres continuam enfrentando barreiras para acessar espaços de tomada de decisão.
A América Latina e o Caribe enfrentam a possibilidade de liderar a ONU, enquanto suas próprias divisões dificultam a construção de uma agenda comum que aproveite essa oportunidade.