O acirrado segundo turno das eleições presidenciais revelou uma Colômbia profundamente dividida e obrigada a dar prioridade à prudência, ao diálogo e à moderação para evitar uma polarização ainda maior.
A busca desesperada de Carmen Navas por seu filho, que morreu sob custódia do Estado sem que ela soubesse, retrata a opacidade, a crueldade e a deterioração institucional que marcam a Venezuela atual.
A obsessão pelos índices de criminalidade pode mascarar os sucessos oficiais, ao mesmo tempo em que perpetua as dinâmicas de violência e enfraquece a governança da segurança na América Latina.
A transição energética está redefinindo o poder global, deslocando a disputa geopolítica do petróleo para a eletricidade, as tecnologias de armazenamento e os minerais estratégicos.
A crescente cooperação com a Nicarágua, El Salvador e Honduras levanta questões sobre como os intercâmbios institucionais e tecnológicos podem reforçar dinâmicas autoritárias.
Em um mundo marcado pela fragmentação e pela incerteza, as economias do Sul Global desenvolveram uma flexibilidade comercial que hoje se tornou referência para as potências tradicionais.