De La Espriella e Milei representam duas etapas do mesmo desafio dos outsiders: chegar ao poder rompendo com o sistema e, depois, aprender a governá-lo sem perder a identidade que os levou até lá.
Embora a América Latina tenha ampliado a cobertura de saúde, milhões de famílias continuam pagando do próprio bolso o que os sistemas de saúde não conseguem garantir.
Reduzir a história argentina ao branqueamento racial simplifica um processo atravessado por disputas identitárias, e pode reforçar narrativas contemporâneas que projetam o país como uma exceção racista na América Latina.
O “homo fumus” descreve uma sociedade dominada pela pós-verdade, pelas mensagens efêmeras e pelas narrativas políticas vazias, onde a fumaça suplantam o pensamento crítico e as soluções reais.
As tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil não estão apenas redefinindo o comércio bilateral, mas também podem acelerar a aproximação do Brasil com a China e alterar o equilíbrio estratégico na América Latina.
O avanço da ultradireita na América Latina levanta uma questão essencial: se ela será capaz de se consolidar como um bloco regional capaz de perdurar além de suas atuais lideranças.