O apoio à democracia se recupera na América Latina, mas convive com baixa satisfação governamental, tolerância a Executivos sem contrapesos e uma guinada eleitoral para a direita que ainda não constitui uma transformação ideológica profunda.
A regulamentação da inteligência artificial não pode se limitar a prevenir uma catástrofe global: ela também deve conter a destruição ambiental e social que sua infraestrutura já está causando em territórios específicos.
O avanço do crime organizado nos territórios indígenas da América Latina ameaça sua soberania, destrói seus meios de subsistência e enfraquece sua autonomia, o que poderia constituir uma quinta invasão histórica.
Os alertas sobre os riscos da inteligência artificial ganham força, mas, sem evidências verificáveis que os sustentem, o medo pode acabar se sobrepondo à realidade.
A América Latina está envelhecendo rapidamente, e o desafio já não é apenas viver mais, mas transformar seus sistemas de saúde para garantir um atendimento contínuo, acessível e digno.