A captura de Maduro não deu início a uma transição democrática na Venezuela, mas sim a um precedente preocupante: o de uma soberania intervinda sem consentimento nem legalidade internacional.
A política dos Estados Unidos em relação à ilha já não visa administrar uma realidade, mas encerrar uma história inconclusiva, transformando o sofrimento econômico e a migração em provações morais.
O colapso democrático da Nicarágua criou as condições ideais para a China consolidar um modelo de cooperação baseado no controle político, na dependência comercial e na extração de recursos.
Quando aquele que deveria ser o principal aliado do presidente decide confrontá-lo publicamente, a política boliviana volta a mostrar uma fratura recorrente: a do vice-presidente que transforma o cargo em trincheira da oposição.