O conflito entre Milei e as universidades públicas vai além do financiamento da educação e coloca à prova o Estado de Direito e o futuro da democracia argentina.
A inteligência artificial pode reduzir as barreiras econômicas e linguísticas que dificultam o acesso à justiça, desde que complemente o trabalho humano e respeite a diversidade cultural.
O segundo turno eleitoral pode inflar artificialmente a legitimidade presidencial sem garantir maiorias legislativas nem estabilidade democrática, embora continue sendo útil em eleições muito disputadas.
Washington volta a utilizar a revogação de vistos como arma contra a corrupção na América Latina, entre sua eficácia política e o risco de um uso seletivo.