O rum latino-americano não se resume mais apenas à cana-de-açúcar: a fabricação, o turismo e as marcas premium estão redefinindo quem detém o valor de um setor com crescente projeção global.
A queda da fertilidade na América Latina não exige mais nascimentos, mas sim políticas que garantam às pessoas a liberdade e as condições necessárias para decidirem sobre suas vidas reprodutivas.
A eleição por delegados, embora legal, reduz a participação dos filiados e concentra o poder nas cúpulas partidárias, aprofundando a crise de representação no Peru.
A “revolta” da IA revela uma anomia global em que o enfraquecimento do multilateralismo deixa a América Latina vulnerável diante do poder tecnológico e econômico das grandes potências.
O fracasso de Petro não se explica apenas pela derrota eleitoral, mas por um governo marcado pela arrogância, pela instabilidade e pela incapacidade de transformar suas grandes promessas em políticas públicas duradouras.