Três décadas e meia de regras comerciais compartilhadas não produziram uma trajetória comum de desenvolvimento: a lacuna entre os parceiros aumentou durante a década de 1990 e, trinta e cinco anos depois, continua a existir.
Nas eleições de 4 de outubro, mesmo uma eventual reeleição do atual presidente Lula não significaria um avanço avassalador da esquerda: o Congresso, os governadores e o Centrão manterão sua força e limitarão a margem de ação de qualquer governo.
Apesar da vocação democrática da América Latina, cresce a insatisfação dos cidadãos, que exigem instituições mais eficazes e pontes para impulsionar o desenvolvimento humano.
As reformas de Milei ameaçam os ecossistemas e as culturas locais, enquanto a falta de transparência em relação à IA limita a capacidade dos cidadãos de resistir a elas.
A reconstrução do setor petrolífero da Venezuela é uma oportunidade histórica para o país, mas também existe o risco de se repetirem antigas práticas de opacidade e arbitrariedade.
A América Latina e a Itália estão passando por uma nova fase de aproximação, baseada em uma história comum que busca se traduzir em uma aliança mais estável.