A vitória de Abelardo de la Espriella na Colômbia fortalece o avanço da direita na América Latina e aproxima Bogotá do projeto hemisférico impulsionado pelos Estados Unidos.
Com a afirmação de Daniel Ortega de que na Nicarágua “não haverá mais eleições”, o FSLN abandona a ficção democrática e oficializa sua deriva rumo a um regime de partido único.