O grande desafio da América Latina é renovar suas democracias para transformar o crescente desencanto dos cidadãos em uma oportunidade de progresso, inclusão e fortalecimento institucional.
A reforma da Lei dos Glaciares reacendeu na Argentina o debate entre impulsionar a mineração como motor econômico ou preservar reservas estratégicas de água doce para o futuro.
O acirrado segundo turno das eleições presidenciais revelou uma Colômbia profundamente dividida e obrigada a dar prioridade à prudência, ao diálogo e à moderação para evitar uma polarização ainda maior.
A busca desesperada de Carmen Navas por seu filho, que morreu sob custódia do Estado sem que ela soubesse, retrata a opacidade, a crueldade e a deterioração institucional que marcam a Venezuela atual.
A obsessão pelos índices de criminalidade pode mascarar os sucessos oficiais, ao mesmo tempo em que perpetua as dinâmicas de violência e enfraquece a governança da segurança na América Latina.
A transição energética está redefinindo o poder global, deslocando a disputa geopolítica do petróleo para a eletricidade, as tecnologias de armazenamento e os minerais estratégicos.