A cada quatro anos, achamos que a Copa do Mundo trata apenas de futebol. Mas basta olhar um pouco mais de perto para descobrir que ela também trata de democracia, desigualdade, instituições, liderança e regras.
A identidade latino-americana continua marcada pelos vestígios do colonialismo, pela soberania e pelas disputas de poder que ainda moldam seu presente.
Mais do que celebrar o legado de 1776, as democracias da América enfrentam o desafio de demonstrar que ainda são capazes de oferecer resultados aos seus cidadãos.
A crescente concentração de poder em torno de Horacio Cartes reacende o debate sobre a independência das instituições paraguaias e a necessidade de renovar a liderança política.