Após um discurso ambicioso em Davos sobre coerência internacional, o governo canadense enfrenta críticas por sua cautela e silêncio diante da crise humanitária em Cuba.
As múltiplas transições pelas quais a região está passando só serão legítimas se conseguirem enfrentar a crise climática sem aprofundar a desigualdade.
Em um clima de ameaças e tentativas de deslegitimação, garantir a transparência e o respeito pelos resultados eleitorais é a própria defesa da democracia.
Na era da “geopolítica do eu”, o poder global deixa de se articular em regras e alianças estáveis para girar em torno da liderança personalista, transacional e autorreferencial de Donald Trump.
O Equador deixou de ser um ator marginal para se integrar plenamente, e tardiamente, às dinâmicas do crime organizado transnacional, em um contexto de profundas fragilidades estatais.