Depois de transformar um país que parecia à beira do colapso, a Colômbia enfrenta agora o desafio de adaptar suas políticas de segurança a ameaças criminosas mais complexas e transnacionais.
Em uma América Latina marcada pelo desencanto, a raiva, o medo e a rejeição tornaram-se fatores decisivos para mobilizar os eleitores, embora à custa de governos mais fracos e apoios instáveis.
O isolamento do regime relegou a Nicarágua a uma posição de crescente irrelevância internacional, enfraquecendo sua capacidade de influência e sua integração nas dinâmicas regionais.
Longe de desaparecer, os mecanismos de integração da região buscam se adaptar à fragmentação política por meio de fórmulas mais flexíveis que preservem espaços mínimos de cooperação e governança.
O aumento dos eventos climáticos extremos e a desigualdade ameaçam o acesso a uma alimentação saudável na América Latina, colocando em risco os avanços alcançados nas áreas de nutrição e saúde pública.
A crescente preocupação com as mudanças climáticas coexiste com o cansaço e a desconfiança dos brasileiros em relação às respostas dos governos e das empresas diante da crise ambiental.