Durante quase sete décadas, o governo cubano negou a existência de presos políticos, uma estratégia que visa deslegitimar a dissidência e ocultar a repressão.
A remontada de Lula não se explica pelo triunfalismo nem por uma estratégia de marketing, mas pela rejeição a Flávio Bolsonaro e por uma mobilização militante que transformou a ameaça em votos.
A vitória de Lula no Brasil abre uma nova etapa marcada pela força parlamentar da direita e pelas pressões de um cenário regional cada vez mais adverso.
O trabalho de cuidados sustenta a vida e a economia, mas, na América Latina, continua marcado pela precariedade no trabalho e por uma desigualdade de gênero que mantém invisível seu verdadeiro valor social.
A mobilização da sociedade civil nas ruas e nas redes sociais demonstrou que a participação cidadã pode conter o avanço autoritário e defender a democracia diante da desmobilização política.