A pressa em concretizar grandes obras sem controles rigorosos abre as portas para decisões onerosas que comprometem o desenvolvimento e a soberania a longo prazo.
O colapso democrático da Nicarágua criou as condições ideais para a China consolidar um modelo de cooperação baseado no controle político, na dependência comercial e na extração de recursos.
Nos anos 1990, a China reformulou a teoria do poder brando, integrando sua filosofia cultural tradicional para criar um enfoque próprio: o “poder brando cultural”.