O colapso democrático da Nicarágua criou as condições ideais para a China consolidar um modelo de cooperação baseado no controle político, na dependência comercial e na extração de recursos.
Nos anos 1990, a China reformulou a teoria do poder brando, integrando sua filosofia cultural tradicional para criar um enfoque próprio: o “poder brando cultural”.
Na era da digitalização e da inteligência artificial, esses países devem intensificar a cooperação tecnológica e o intercâmbio de recursos para reduzir as desigualdades.