O acirrado segundo turno das eleições presidenciais revelou uma Colômbia profundamente dividida e obrigada a dar prioridade à prudência, ao diálogo e à moderação para evitar uma polarização ainda maior.
Depois de transformar um país que parecia à beira do colapso, a Colômbia enfrenta agora o desafio de adaptar suas políticas de segurança a ameaças criminosas mais complexas e transnacionais.
O primeiro turno confirmou a polarização do país e deixou De la Espriella em vantagem rumo a um segundo turno, no qual os votos do centro serão decisivos.
O primeiro turno abalou o cenário político colombiano, castigou os partidos tradicionais e deixou o país polarizado diante de um segundo turno que exigirá propostas para todos, não apenas para os extremos.
A reta final da campanha presidencial colombiana deixa o país preso entre a polarização, a violência política e discursos que minam a convivência democrática.