O diálogo entre os países reflete uma negociação assimétrica e limitada, em que a pressão externa busca mudanças estruturais, enquanto o regime prioriza sua sobrevivência.
Após um discurso ambicioso em Davos sobre coerência internacional, o governo canadense enfrenta críticas por sua cautela e silêncio diante da crise humanitária em Cuba.
A política dos Estados Unidos em relação à ilha já não visa administrar uma realidade, mas encerrar uma história inconclusiva, transformando o sofrimento econômico e a migração em provações morais.
A indefesa estrutural imposta pelo regime cubano transformou o cidadão em refém do Estado e em vítima permanente de violações sistemáticas dos direitos humanos.