Os cenários que se abrem dependem da capacidade do sistema político de absorver o descontentamento decorrente do resultado desta primeira eleição presidencial.
Sem maiorias claras nem espaço para os extremos, as candidaturas concentram sua estratégia em conquistar um eleitorado moderado que decidirá a eleição.
As eleições no Peru revelam uma profunda crise política marcada pela fragmentação, pela fragilidade dos partidos e por um modelo econômico que corrói a representatividade e a estabilidade democrática.
O Peru se prepara para eleições marcadas pela fragmentação política, pela incerteza e por uma democracia desgastada, o que aponta para um segundo turno decisivo.
As eleições legislativas na Colômbia confirmaram um cenário político fragmentado, sem maiorias claras e onde as alianças serão decisivas para governar.
Uma eventual transição democrática na Venezuela exige mais do que eleições: requer a reconstrução das regras, das instituições e das garantias do sistema eleitoral.