A “revolta” da IA revela uma anomia global em que o enfraquecimento do multilateralismo deixa a América Latina vulnerável diante do poder tecnológico e econômico das grandes potências.
A inteligência artificial já está transformando a democracia, e o grande desafio é fazer com que ela fortaleça, em vez de enfraquecer, a integridade dos processos eleitorais e das instituições democráticas.
A inteligência artificial não ameaça apenas os empregos das mulheres: ela também pode abrir novas oportunidades se for acompanhada de capacitação e inclusão.
A primeira encíclica do Papa Leão XIV sobre inteligência artificial alerta para os riscos da desinformação, da perda de empregos e da concentração do poder tecnológico nas mãos de poucos.
A inteligência artificial está acabando com o anonimato digital e transformando a vigilância em massa em uma ferramenta cada vez mais barata, enquanto exercer a liberdade política se torna mais caro e arriscado.