A segurança não se impõe à força da punição: ela se constrói quando a lei se combina com prevenção, comunidade e responsabilidade social compartilhada.
Sob narrativas de legalidade e ordem, o atual sistema internacional normaliza a exceção, legitima a força e reconfigura as relações de poder globais, com impactos diretos na América Latina.
As relações humanas — mais do que a renda ou os recursos materiais — emergem como um pilar decisivo do bem-estar, revelando que a pobreza também se manifesta na fragilidade dos nossos laços e da confiança social.
Precisamos criar uma nova cultura digital compartilhada. Uma que não deixe as crianças sozinhas. Uma em que a habilidade técnica seja acompanhada de critério ético e emocional.