No contexto do dia 8 de março, decisões políticas recentes e sentenças judiciais reacenderam o debate sobre a proteção efetiva da autonomia e da dignidade das meninas e mulheres no país.
Em um mundo que exige cooperação global, excluir as mulheres da tomada de decisões internacionais não é só injusto: é ineficiente e enfraquece as próprias bases do multilateralismo.
Em 2026, a ONU terá a oportunidade histórica de eleger pela primeira vez uma mulher como Secretária-Geral, rompendo com 80 anos de exclusão. A América Latina conta com líderes qualificadas que podem trazer legitimidade, igualdade e uma liderança transformadora.
O desmantelamento dos ministérios da Mulher na América Latina envia um sinal perigoso: a igualdade de gênero está sendo relegada a uma questão dispensável.
A crise climática afeta fortemente as mulheres na América Latina, mas também revela seu papel essencial na defesa ambiental e na resiliência comunitária.
O movimento antifeminista está vinculado a grupos religiosos, principalmente cristãos, partidos de extrema direita e plataformas digitais que disseminam desinformação sem controle.