Entre o legado do fujimorismo e a crise crônica do sistema político peruano, Keiko Fujimori volta a concorrer à presidência como símbolo de continuidade, experiência e polarização.
Diante de uma oferta eleitoral incontrolável e de um sistema institucional em crise, a gamificação cumpriu um papel educativo que o sistema formal e midiático não conseguem cumprir, motivando o voto jovem.
Os cenários que se abrem dependem da capacidade do sistema político de absorver o descontentamento decorrente do resultado desta primeira eleição presidencial.
As eleições no Peru revelam uma profunda crise política marcada pela fragmentação, pela fragilidade dos partidos e por um modelo econômico que corrói a representatividade e a estabilidade democrática.
O Peru se prepara para eleições marcadas pela fragmentação política, pela incerteza e por uma democracia desgastada, o que aponta para um segundo turno decisivo.