O Sul Global surge como uma nova geografia do poder mundial, onde os recursos e as alianças estratégicas estão redefinindo os limites da autonomia dos países em desenvolvimento.
O Brasil transformou a lusofonia em uma plataforma geopolítica para projetar influência na África e estabelecer uma agenda de cooperação transregional com a Europa.
Em um mundo marcado pela fragmentação e pela incerteza, as economias do Sul Global desenvolveram uma flexibilidade comercial que hoje se tornou referência para as potências tradicionais.
A reconfiguração do comércio global leva ambas as regiões a formar alianças externas divergentes, o que aumenta sua dependência e enfraquece a coesão regional.
A África e a América Latina caminham rumo a uma aliança estratégica que, apesar da fraca conectividade atual, poderia transformar o comércio global a partir do Sul.
O Brasil consolida-se como ator -chave e alcança acordos para promover uma agenda multilateral centrada na cooperação, na redução das desigualdades e na governança global.