A Venezuela inicia uma nova etapa na reforma de seu sistema judiciário, com maior participação da sociedade civil e o desafio de recuperar a independência do Poder Judiciário.
A reconstrução do setor petrolífero da Venezuela é uma oportunidade histórica para o país, mas também existe o risco de se repetirem antigas práticas de opacidade e arbitrariedade.
A Venezuela e Cuba estão experimentando uma abertura econômica limitada para preservar o controle político, seguindo o modelo da China e do Vietnã, sem abrir as portas para as liberdades democráticas.
Mais de oito milhões de venezuelanos no exterior reivindicam representação na Assembleia Nacional, uma meta que exigiria uma emenda constitucional e reformas eleitorais e institucionais.
A busca desesperada de Carmen Navas por seu filho, que morreu sob custódia do Estado sem que ela soubesse, retrata a opacidade, a crueldade e a deterioração institucional que marcam a Venezuela atual.
Sem uma reconciliação entre a Venezuela interna e a externa, a divisão social continuará a limitar qualquer tentativa de reconstrução nacional sustentável.