Uma região, todas as vozes

Tag: Debates

Desde que Javier Milei assumiu o cargo, a Argentina iniciou uma experiência inédita de governo com estilo hiperpresidencialista. O governo busca implementar medidas drásticas e mudanças legislativas significativas, apesar de não contar com uma maioria parlamentar.
Por dia, um latino-americano gera cerca de 1 kg de resíduos. Abordar este problema não se trata só de melhorar os sistemas de limpeza e gestão; é imperativo questionar as pautas de consumo e os processos produtivos.
Em um contexto marcado por múltiplas crises, muitas vezes interrelacionadas, no qual predomina a incerteza radical frente a condições extraordinárias, a ideia de resiliência adquire protagonismo e a primazia da eficiência induz decisões errôneas.
O Governo brasileiro expressou seu apoio à iniciativa Sul-Africana. No âmbito diplomático, esta decisão obedece à mudança de perspectiva dos países revisionistas no sistema internacional e ao protagonismo do Brasil dentro desses países.
A cooperação Sul-Sul é central se não quisermos retroceder em diversas agendas globais de interesse público, como a luta contra a fome, a pobreza, a destruição do meio ambiente e a saúde das pessoas.
Na Guatemala, um lampejo de esperança irradia da opacidade dos governos passados, embora as expectativas devam se manter cautelosas. O que é urgente é que os políticos adotem um enfoque radicalmente distinto na forma de fazer política.
Cerca de 80% das exportações do México continuam se dirigindo aos Estados Unidos, uma proporção que se mantém igual a quase uma década. No entanto, esta dinâmica não reflete a realidade do resto da América Latina e está criando uma lacuna entre o norte e o sul da região.
Durante décadas, a Argentina experimentou violações às suas instituições e à Constituição por parte do kirchnerismo. Na atualidade, o recém formado governo libertário de Javier Milei parece seguir pelo mesmo rumo de desafiar as instituições.
Na atualidade, os regimes autoritários ajustam suas táticas de opressão e restrição da liberdade para se adequarem à era digital em seus esforços para minar as instituições democráticas e afetar o intercâmbio de ideias.
Um mês após ter assumido o governo, os últimos acontecimentos de insegurança e violência põem à prova a capacidade de Daniel Noboa para enfrentar esta guerra declarada ao crime organizado.