As crises hídricas em Montevidéu e no Rio de Janeiro revelam como a escassez de água se torna uma oportunidade para privatizar um recurso que deveria ser um direito público.
A migração não é uma “crise” temporária: é uma força global que está reescrevendo fronteiras, tensionando direitos e obrigando os Estados a escolher entre integração ou exclusão.
Ao ceder a medalha do Nobel a Trump, Machado quis acelerar a transição, mas acabou expondo seu maior dilema: influência internacional sem poder efetivo.
O que se apresenta como consenso científico pode se tornar um ato de poder quando aplicado sem levar em consideração os corpos, as culturas e as desigualdades que pretende ordenar.