A crise venezuelana não obriga a escolher entre a ditadura chavista e o imperialismo estadunidense: ambos representam formas inaceitáveis de usurpação da soberania e da vontade democrática.
Com maioria legislativa e um processo de consulta em andamento, o governo de Claudia Sheinbaum promove uma nova reforma eleitoral que reabre o debate sobre seus verdadeiros objetivos e seus efeitos na competição e na pluralidade política no México.
A saída forçada de Nicolás Maduro não significa o fim do chavismo, mas sim o início de uma estratégia de sobrevivência baseada na coesão interna, na negociação com os Estados Unidos e na adaptação a uma nova ordem geopolítica.
Reduzir a boa governança à segurança — seja nacional ou “humana” — é uma falácia que esconde a fraqueza do Estado e legitima a militarização em vez de fortalecer a democracia.
A queda de Nicolás Maduro encerra um ciclo histórico na Venezuela, mas a forma violenta de sua saída abre um futuro incerto, onde a democracia está longe de ser garantida.
Quem controla as armas? Quem controla o dinheiro? Quem pode aceitar perder uma eleição sem romper a democracia?
A teoria política distingue dois grandes tipos...