Com um nível recorde de violência, um governo enfraquecido e um cenário eleitoral em formação, o Equador caminha para 2026 em meio a tensões políticas, fragilidade institucional e demandas sociais insatisfeitas.
O silêncio de Kast sobre questões de gênero não implica neutralidade, mas um risco concreto de desmantelamento gradual dos direitos conquistados pelas mulheres e dissidentes no Chile.
Após quatro décadas de crises, desacordos e adaptações constantes, o Mercosul demonstra que sua maior força não é a ausência de conflitos, mas sua capacidade de sobreviver e continuar sendo um ator fundamental na integração regional.
A América Latina enfrenta um dilema fiscal que não se resolve escolhendo entre aumentar os impostos ou cortar gastos, mas sim redefinindo o que o Estado quer financiar e como fazê-lo de forma sustentável e legítima.
A intervenção dos Estados Unidos na Venezuela reativou na América Latina e na Europa uma política externa marcada pelo realismo periférico: cautela, adaptação ao poder e defesa retórica de princípios sem confronto direto.