A vitória de Laura Fernández abre uma encruzilhada: reformar o Estado para dar lugar a uma Terceira República ou, nessa tentativa, corroer os contrapesos que sustentavam a sua democracia.
A Costa Rica enfrenta eleições marcadas pela incerteza e pelo aumento do personalismo político, colocando à prova uma das democracias mais estáveis da América Latina diante de um cenário de volatilidade sem precedentes.
Em três décadas, a Costa Rica deixou de ser exportadora de matérias-primas para se tornar líder global na manufatura médica, oferecendo lições valiosas para a América Latina.
Apesar dos benefícios que trouxe no passado, a sociedade costarriquenha convive hoje com a raiva, o pessimismo, a desesperança e a violência, sentimentos e percepções que aparecem nas pesquisas.