Washington volta a apostar em uma estratégia que já fracassou há mais de seis décadas: usar sanções econômicas para forçar uma mudança política em Cuba. Mas, ao tentar isolar o regime, também dificulta as reformas e empurra Havana para a China.
O diálogo entre os países reflete uma negociação assimétrica e limitada, em que a pressão externa busca mudanças estruturais, enquanto o regime prioriza sua sobrevivência.
Após um discurso ambicioso em Davos sobre coerência internacional, o governo canadense enfrenta críticas por sua cautela e silêncio diante da crise humanitária em Cuba.