A concentração extrema de riqueza não só aprofunda a desigualdade, como ameaça a própria sobrevivência da democracia, ao transformar o poder político num privilégio das elites econômicas.
Na América Latina, a corrupção não é uma anomalia do sistema democrático, mas uma engrenagem estrutural que o enfraquece, alimenta o populismo e reproduz a desigualdade.
O ano de 2025 encerra-se com a sensação compartilhada de que o continente americano atravessa um profundo reajuste, embora sem encontrar um rumo estável....
2025 surge como um ano decisivo, em que a velha ordem já não funciona, mas a nova ainda não encontrou seu lugar, seus protagonistas nem um sentido comum.