Do narcisismo presidencial à sacralização do poder, os líderes contemporâneos misturam política e religião em uma encenação perigosa que coloca as democracias sob tensão.
O auge do petróleo deixou de se traduzir em poder efetivo, revelando os limites estruturais de um modelo desprovido de instituições e de uma base produtiva sustentável.
A democracia latino-americana mostra sinais de uma leve recuperação, mas continua marcada pelo estagnação e por profundas disparidades entre os países.
A América Latina está se inclinando para a direita, impulsionada pelo descontentamento da população, priorizando a segurança e a economia, enquanto o centro político enfrenta seu maior dilema.
O discurso de Marco Rubio em Munique delineia uma diplomacia pragmática que busca reestruturar a aliança transatlântica para além do consenso liberal do pós-Guerra Fria.