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A tragédia climática que assola o estado do Rio Grande do Sul abriu palco para a peleia de apontar os culpados pela tragédia. Para alguns, a extensão da catástrofe é, em si, expressão de um resultado político.
A água afeta todos os aspectos do desenvolvimento, daí a necessidade de abordar sua problemática de maneira integral, interdisciplinar e transdisciplinar.
No dia 2 de junho, no México, não estará em jogo só quem representará a população, mas também o rumo de uma forma de governo que, a nível global, está mergulhando a democracia em uma crise.
A descriminalização das drogas requer mudanças fundamentais: tanto garantias para a aplicação efetiva da lei quanto sistemas de inclusão econômica e social.
Duas das condições básicas para uma democracia saudável estão em risco, com a percepção de que os governos não são realmente dirigidos pela vontade do povo e a falta de transparência e justiça nas eleições.
As redes criminosas sofisticadas estão utilizando o ciberespaço para cometer novos delitos contra as pessoas que realizam suas atividades cotidianas de maneira virtual.
Nos debates, as propostas e promessas das candidatas na discussão careceu de substância, o que não permite visualizar um projeto de nação para o próximo sexênio.
A maioria dos países que enfrentaram processos de autocratização se tornaram autocracias apesar de episódios democráticos intermediários. É aí que reside a importância capital de o governo alcançar um consenso e permanecer próximo à população.
É mais provável que o regime seja derrubado por movimentos espontâneos do que por um coordenado previamente. O movimento preparado 11J não chegou nem a por um indivíduo nas ruas, enquanto o 15N se apoderou por algumas horas dessa.
Se a candidata do governo ganhar sem maioria qualificada em ambas as câmaras, a boa notícia é que poderá não só ampliar sua margem de manobra e independência, e sua capacidade de negociação com a oposição, mas também não entrará para a história como a presidente tutelada.