As polêmicas racistas da Copa do Mundo reacenderam um antigo debate: como o ideal de “branqueamento” moldou a identidade nacional na Argentina e em boa parte da América Latina e continua condicionando suas desigualdades.
A reforma da Lei dos Glaciares reacendeu na Argentina o debate entre impulsionar a mineração como motor econômico ou preservar reservas estratégicas de água doce para o futuro.
Os escândalos recentes e a fraca resposta institucional reforçam a percepção de impunidade e agravam a crise de confiança na política e na justiça argentinas.
Meio século após o golpe, uma mobilização em massa em todo o país trouxe de volta ao centro das atenções a disputa pela memória histórica, em contraposição aos discursos oficiais que relativizam o terrorismo de Estado.
A Argentina obtém maior acesso ao mercado e apoio financeiro de Washington, mas cede margem estratégica ao alinhar-se aos interesses dos Estados Unidos e limitar seus laços com a China.