As experiências latino-americanas sugerem que, sem uma justiça efetiva contra os abusos de poder, as transições democráticas ficam expostas a retrocessos e retornos autoritários.
A expansão do crime organizado na América Latina já não ameaça apenas a segurança, mas também corrói silenciosamente as instituições e coloca em risco a democracia em toda a região.
A democracia latino-americana mostra sinais de uma leve recuperação, mas continua marcada pelo estagnação e por profundas disparidades entre os países.
Relatório alerta que a democracia global está passando por um retrocesso histórico, em que as eleições já não garantem os sistemas democráticos diante do avanço contínuo da autocratização.
O mundo “descobre”, com selo oficial, o que já se sabia: que o crescimento sem limites destrói a vida; e a verdadeira novidade é a brecha que se abre para mudar a narrativa.
Após a queda de Maduro, a Venezuela enfrenta o dilema comum a muitas transições abruptas: como evitar que o fim do autoritarismo resulte em novas formas de poder instáveis ou exploradoras.