O “homo fumus” descreve uma sociedade dominada pela pós-verdade, pelas mensagens efêmeras e pelas narrativas políticas vazias, onde a fumaça suplantam o pensamento crítico e as soluções reais.
A desinformação e os algoritmos estão transformando o debate público na América Latina. Proteger a democracia exige fortalecer o jornalismo, a transparência das plataformas, a alfabetização midiática e a confiança institucional.
Trump invoca o caso da Venezuela para sustentar sua narrativa de fraude eleitoral, mas as evidências mostram que a tecnologia tem sido fundamental para desmascará-lo.
Na era das imagens sintéticas, a inteligência artificial dilui a fronteira entre ver e acreditar, corroendo a verdade compartilhada e a confiança democrática.
Realizada na Amazônia, a COP30 colocou no centro do debate climático uma questão fundamental e adiada: a desigualdade no acesso à informação como fator que agrava a vulnerabilidade das comunidades mais afetadas pela crise climática.