Em um clima de ameaças e tentativas de deslegitimação, garantir a transparência e o respeito pelos resultados eleitorais é a própria defesa da democracia.
Com a principal força política ausente e sem narrativas que estruturem a disputa, as eleições subnacionais se desenrolam entre candidaturas dispersas e um eleitorado desorientado.
A vitória de Laura Fernández abre uma encruzilhada: reformar o Estado para dar lugar a uma Terceira República ou, nessa tentativa, corroer os contrapesos que sustentavam a sua democracia.
A Costa Rica enfrenta eleições marcadas pela incerteza e pelo aumento do personalismo político, colocando à prova uma das democracias mais estáveis da América Latina diante de um cenário de volatilidade sem precedentes.