As eleições legislativas na Colômbia confirmaram um cenário político fragmentado, sem maiorias claras e onde as alianças serão decisivas para governar.
Uma eventual transição democrática na Venezuela exige mais do que eleições: requer a reconstrução das regras, das instituições e das garantias do sistema eleitoral.
Em um clima de ameaças e tentativas de deslegitimação, garantir a transparência e o respeito pelos resultados eleitorais é a própria defesa da democracia.
Com a principal força política ausente e sem narrativas que estruturem a disputa, as eleições subnacionais se desenrolam entre candidaturas dispersas e um eleitorado desorientado.
A vitória de Laura Fernández abre uma encruzilhada: reformar o Estado para dar lugar a uma Terceira República ou, nessa tentativa, corroer os contrapesos que sustentavam a sua democracia.