A regulamentação para menores deixou de ser um debate moral e passou a ser uma política de Estado: alguns países proíbem, outros impõem restrições e quase todos transferem a responsabilidade para as plataformas. Por que e como?
A desinformação e os algoritmos estão transformando o debate público na América Latina. Proteger a democracia exige fortalecer o jornalismo, a transparência das plataformas, a alfabetização midiática e a confiança institucional.
No contexto da economia da atenção, a moderação narrativa é interpretada pelos sistemas de recomendação como falta de relevância. O que fazem os partidos que disputam cenários de extrema polarização para serem ouvidos?
O debate sobre redes sociais e infância deixou de ser teórico: na América Latina, começa a se consolidar um consenso político para regulamentar as plataformas.
Com a proibição do acesso de menores de 16 anos às redes sociais, a Austrália acende uma luz no debate global sobre como proteger crianças e adolescentes dos excessos de um ecossistema digital sem regras.
Em meio à polarização digital, pequenas comunidades nas redes sociais reinventam rituais e criam vínculos afetivos mínimos que desafiam a solidão contemporânea.