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Se as simpatias ou antipatias partidárias regulam os afetos e endurecem visões de mundo, modelos de sociedade e prognósticos sobre o futuro de modo tão oposto, não deveria ser surpresa que cada aspecto da vida se transforme em uma trincheira.
Nas chamadas "maiores eleições da história" que ocorrerão em 2 de junho, há um jogador nas sombras que está atuando abertamente. E é provável que se torne mais visível conforme a campanha eleitoral avança.
Nas próximas eleições deste ano, os eleitores com menos de 30 anos representarão um considerável 27% do eleitorado. Seu interesse na política é baixo e é difícil para eles encontrar mecanismos eficazes para serem ouvidos.
Um estudo recente sugere que, no frenético universo das redes sociais, pode-se antecipar o voto de um eleitor semanas antes de uma eleição mediante a análise de suas atividades online
O sobrepeso e a obesidade, relacionados com o consume de alimentos processados e a falta de atividade física, aumentam o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão, que são agravados pelos efeitos da mudança climática.
As fraturas democráticas atuais não se manifestam mediante golpes militares ou fechamento abruptos de parlamentos. Enfrentamos rupturas institucionais sutis e progressivas, respaldadas por discursos populistas baseados na desinformação e amplificados pelas redes sociais.
Segundo um estudo realizado no Chile, existe uma alta desconfiança nas pesquisas, inclusive entre quem as respondem com regularidade. Por que tantas pessoas suspeitam de falsificação e manipulação de dados?
Os governos de López Obrador, Gustavo Petro, Lula, Luis Arce e Gabriel Boric são considerados de esquerda. Mas eles realmente tem algo em comum?
2024 será um ano definitivo para a democracia na região. El Salvador, Panamá, República Dominicana, Peru, México e Uruguai escolherão um novo presidente que serão os encarregados de delinear a tendência política na América Latina.
A função da primeira-dama na região é um tema complexo. Os governos tem adotado posturas diversas sobre o alcance dessa figura, geralmente ocupada pela esposa do mandatário, mas em algumas ocasiões por irmãs ou filhas dos presidentes. A ausência de regulações específicas dá lugar a um ampla gama de opções para esse papel.