Uma região, todas as vozes

Tag: Debates

A implementação de regulações, a promoção da educação financeira e o fortalecimento da economia formal são essenciais para neutralizar os efeitos negativos dos pagadiarios e avançar em direção a sociedades mais seguras.
No El Salvador, a democracia já não pode ser interpretada em seu sentido original, como um sistema com contrapesos que permitiria opiniões divergentes. Com a atual maioria absoluta na Assembleia Legislativa, eliminou-se a separação dos poderes.
Até agosto de 2023, 7,71 milhões de venezuelanos haviam emigrado em massa de seu país, um fenômeno que começou a ser registrado de maneira significativa em 2015. Em sua grande maioria, eles estão localizados em países da região.
Recentemente, o Financial Times apresentou um mapa de cinco pontos para entender a economia global em 2024: demografia, mudanças climáticas, avanços tecnológicos, difusão do conhecimento e crescimento econômico. Este mapa não é um bom presságio para a região.
A desqualificação da reeleição de Evo Morales pelo Tribunal Constitucional Plurinacional provocou a fúria do ex-presidente e atual líder da oposição, que ordenou que seus seguidores bloqueassem estradas em várias partes do país.
Inexoravelmente, o presidente salvadorenho Nayib Bukele se encaminha com absoluta calma para sua reeleição inconstitucional, pois controla todo o aparato estatal, inclusive os poderes legislativo e judiciário.
A Câmara aprovou e encaminhou para o segundo procedimento constitucional no Senado, o projeto de lei que cria um novo sistema misto de aposentadoria. Entretanto, embora o projeto de lei tenha sido aprovado em geral, vários aspectos importantes não foram incluídos.
A maioria dos governos latino-americanos opta pelo silêncio diante das atrocidades em outras regiões, como as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio, seja pela "autodeterminação dos povos" do século XIX ou pelo temor de serem julgados internacionalmente pelo mesmo critério.
O Tribunal Supremo de Justiça rechaçou a impugnação de desqualificação que pesa sobre María Corina Machado, a principal líder da oposição, dando assim um golpe de morte nos Acordos de Barbados.
Tudo está pronto para o dia 4 de fevereiro, com a propaganda governista cercada de palavras como "processo democrático" e onde se pode prever um vencedor claro: Nayib Bukele.