Tag: ideias
A condenação histórica de Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão marca um ponto de inflexão no Brasil, entre a polarização persistente e a necessidade de uma desintoxicação política e democrática.
A política externa dos Estados Unidos continua confiando na coerção, mas ao ignorar as dinâmicas internas de seus parceiros acaba gerando resistência, nacionalismo e perda de influência na região.
A América Latina continua presa a um modelo primário-exportador que a condena à dependência, à fuga de cérebros e à perda de oportunidades na economia do conhecimento.
Entre 1970 e 2025, 25 ex-presidentes latino-americanos foram submetidos a processos judiciais. O que essa relação tóxica entre o exercício do poder e o cumprimento das normas demonstra? Há soluções possíveis?
A deterioração democrática agrava-se com um crescimento demográfico descontrolado e uma agenda pública cada vez mais complexa, deixando os cidadãos entre a perplexidade, a polarização e a desinformação.
Este fenômeno revela como os líderes mundiais transformaram o exercício do poder em um espetáculo, onde a teatralidade, a provocação e o carisma midiático têm tanto peso quanto — ou mais do que — suas decisões governamentais.
A estabilidade na aprovação de Javier Milei após dois anos de governo enfrenta sua maior ameaça com o caso Spagnuolo, que corrói a narrativa anticorrupção em plena reta eleitoral.
Em três décadas, a Costa Rica deixou de ser exportadora de matérias-primas para se tornar líder global na manufatura médica, oferecendo lições valiosas para a América Latina.
O julgamento histórico contra Jair Bolsonaro marca um antes e um depois na relação do Brasil com a democracia e o papel das suas Forças Armadas.
O Brasil consolida-se como ator -chave e alcança acordos para promover uma agenda multilateral centrada na cooperação, na redução das desigualdades e na governança global.
















